Patrícia e Beatriz
7 anos
Sai ao senhor
Sai a nós próprios
E não tem valor.
Sai e vai comer
Sai e vai brincar
Sai com um grito
Eu não quero olhar.
Sai ao espaço
Sai à estrelinha
Sai, sai e sai
Ai! Ai! Ai!
Marta Serra
9 anos
Trigémeos iguaizinhos
São gémeos e trigémeos
São todos irmãozinhos.
Os gémeos são irmãos
Os trigémeos também
Mas com tanta confusão
Nenhum deles se dá bem.
Gémeos são dois
Trigémeos são três
Com tanta baralhação
Será que há 4 de uma vez?
Marta Serra
9 anos
muito havia de escrever…
Podia ser azul ou preta,
o meu dono ia escolher.
Se eu fosse um avião
no ar eu estaria.
E se eu me despenhasse
o meu dono morreria.
Se eu fosse a letra F,
muito me iam escrever.
Tinham de me desenhar bem
para não desaparecer.
Se eu fosse um carro,
muito ia acelerar.
Seria um carro de corrida,
iam ver quanto é que ia dar.
Se eu fosse um foguetão,
alto seria lançado,
à descoberta de mundos
e regressaria cansado.
Miguel Gomes
9 anos
Tacto: Mas como é que é possível viver sem ver?
Visão: Com a tua ajuda Tacto.
Tacto: Mas como é que uma pessoa consegue viver só comigo?
Visão: É que tu, Tacto, ao palpares, consegues sentir todas as coisas do Universo!
Tacto: Mas Vista, eu não consigo saber tudo sozinho. Preciso da ajuda dos outros sentidos: o olfacto, o paladar, a audição e também da tua.
Visão: Afinal somo uma verdadeira equipa. Todos ajudam!
Margarida Lorena
9 anos
num estojo estaria.
Bonito ou feio
eu escreveria.
Se eu fosse um lápis
não sei o que seria:
de carvão para escrever,
ou de cor para pintar.
Se eu fosse um lápis de cor
um desenho pintaria.
Não sei o que desenharia,
mas bonito ficaria.
Se eu fosse um lápis de carvão
fazia contas de somar,
subtrair, dividir
e também de multiplicar.
Se eu fosse um lápis
não sei o que faria,
mas talvez um dia
famoso me tornaria.
Se eu fosse um lápis
gostava de estar com uma criança,
que me tratasse com amor
e muito calor.
Se eu fosse um lápis
gostaria de ser verde, cor da esperança.
E havia de pintar uma gansa imaginária
Que iria ficar extraordinária!
Mariana Almeida
9 anos
é bela, sim.
É mexida e irrequieta;
ela salta, pula e dança,
vamos lá começar a festa!
Desculpa se te magoei
lá no fundo do jardim.
Avó, eu te perdoei
e espero…
que me perdoes a mim.
Marta Serra
9 anos
As outras zebras gozavam sempre com ela e um dia a Arco-Íris até sonhou que era um monstro.
Quando acordou disse para si mesma:
- Tenho de sair deste país senão elas vão gozar comigo para sempre.
Na manhã seguinte, a Arco-Íris encontrou um livro que dizia assim:
“Não importa como és por fora mas por dentro és uma linda zebra que é muito simpática.”
Então ela deixou de se importar que gozassem com ela e viveu feliz para sempre.
Conceição Forte
9 anos
- Não, o correio fica muito longe! E além disso, o Pai Natal não existe. - Respondeu-lhe a avó.
Passado um mês chegou o Natal e toda a família estava reunida em casa dos avós, mas o João estava muito triste. Na hora de abrir os presentes havia lá um que ninguém tinha oferecido. O João pensou que tinha sido o Pai Natal e quando foi para a cama levou esse presente com ele. Quando o João ia abrir o presente, o pai Natal apareceu e disse-lhe:
- Porque tens sido um bom menino, vou dar-te um sino mágico que só conseguem ouvir os meninos que acreditam em mim.
E foi assim que correu o Natal do João.
Beatriz Lima e Francisco Belo
8 anos
O A, B, C já aprendi
O 1, 2,3 também
E vê-se que cresci
Pois já sei ler e escrever muito bem.
Nos computadores já sei teclar
Não sei se os professores sabem
Mas eu ainda tenho muito para dar.
As aulas ainda agora começaram
- É preciso estudar
Para boas notas tirar.
Esqueci-me de dizer
Também já sei contar
Contas de subtrair e somar
Por agora é tudo
Tenho de ir estudar
Para boas notas tirar
E para o ano não chumbar.
Mariana Almeida
9 anos
os meus Amigos